PREÇO
R$ 25,00
ISBN: 9788571398528
Assunto: Ciências, Filosofia da Ciência
Idioma: Português
Formato: 14 x 21cm
Páginas: 120
Edição:
Ano: 2008
Acabamento: Brochura com orelhas
Peso: 154g

LIMITES DA CIÊNCIA, OS
 
 
LIMITES DA CIÊNCIA, OS

AUTOR(ES):
MEDAWAR, PETER B.
TRADUTOR(ES):
ANTONIO CARLOS BANDOUK


SINOPSE:
Os três ensaios que compõem esta obra foram escritos em estilos diferentes. "Um Ensaio 
sobre Scians" seguiu o estilo aforístico, adotado por Francis Bacon e William Whewell, 
estilo de exposição que leva em consideração o interesse do leitor, já que a subdivisão 
em tópicos desobriga-o de ler sobre assuntos que não o interessam. O segundo, "A 
Descoberta Científica Pode Ser Premeditada?", começa com uma conferência proferida em 5 
de junho de 1980, no encontro que reuniu a American Philosophical Society da Filadélfia 
e a Royal Society de Londres. Já o principal ensaio, "Os Limites da Ciência", é para 
justificar a incapacidade da ciência de responder as questões últimas, repetidamente 
referidas neste ensaio, as quais o autor demonstra estarem além da competência 
explanatória da ciência, apesar de a considerar um grande e glorioso empreendimento, o 
mais bem-sucedido argumento no qual o ser humano já se engajou.

ORELHAS:
Tratar a filosofia num livro breve, mas que não perca a profundidade é o objetivo desta 
obra, escrita por Peter Medawar (Rio de Janeiro, RJ, 1915 - Londres, Inglaterra, 1987), 
cientista britânico nascido no Brasil. Premiado com o Nobel de Fisiologia ou Medicina 
em 1960, por pesquisar o sistema imunológico dos animais, ele oferece três ensaios em 
estilos diferentes.

Em "Um Ensaio sobre Scians" foi utilizado o estilo aforístico, adotado por Francis 
Bacon e William Whewell em muitos de seus escritos. Trata-se de uma forma de 
apresentação que leva em consideração principalmente o interesse do leitor, pois a 
subdivisão em tópicos facilita a leitura dos itens que o interessam.

O segundo ensaio, "A Descoberta Científica Pode Ser Premeditada?", começa com uma 
conferência proferida em 5 de junho de 1980, durante o encontro que reuniu a American 
Philosophical Society da Filadélfia e a Royal Society de Londres, já o principal 
ensaio, "Os Limites da Ciência", foi escrito no formato de um pequeno livro.

A preocupação da obra é discutir como o crescimento da ciência é autolimitado, ou seja, 
vai diminuindo e finalmente chega a uma estagnação, como conseqüência do próprio 
processo de crescimento. Questiona-se ainda se pode haver algum limite intrínseco para 
o crescimento do entendimento científico, seja ele cognitivo (apreensão e absorção pela 
consciência) ou lógico (originado da própria natureza do raciocínio).


Quarta capa

Peter Medawar define-se como cientista profissional e amante da ciência e, no terceiro 
ensaio, que intitula o livro, mostra justamente a incapacidade da ciência de responder 
algumas questões que assolam o homem através dos tempos. Ele argumenta que, apesar 
dessa aparente imperfeição, a ciência é um grande e glorioso empreendimento, "o mais 
bem-sucedido no qual o ser humano já se engajou".

Ele conclui que censurar a ciência pela sua incapacidade de responder todas as questões 
que gostaríamos que ela respondesse é tão insensato quanto censurar uma locomotiva por 
não poder voar ou por não poder realizar qualquer outra operação para a qual não foi 
projetada. Nesse sentido, discute questões como a autolimitação da ciência.


Sobre o autor

Peter Brian Medawar (nascido em 28.2.1915, em Petrópolis (RJ), e falecido em 
12.10.1987, em Londres), graduou-se em Zoologia em 1935 na Magdalen College. Foi 
professor de Zoologia na Universidade de Birmingham (1947-51) e University College, 
Londres (1951-1962). Diretor National Institute for Medical Research (1962-1971) e 
professor de Medicina Experimental da Royal Institution (1977-1983). É autor de The 
Uniquiness of the Individual (1957), The Future of Man (1959), The Art of Soluble 
(1967), The Hope of Progress (1972), The Life Science (19771), Pluto's Republic (1982) 
e de sua autobiografia Memoirs of a Thinking Radish (1986).

SUMÁRIO:
Prefácio
Um ensaio sobre scians
A descoberta científica pode ser premeditada?
Os limites da ciência
Resumo

1. Plus Ultra?
2. O crescimento da ciência é autolimitado?
3. Existe uma limitação intrínseca ao crescimento da ciência?
4. Onde Plus Ultra prevalece
5. Para onde, então, devemos nos voltar?
6. O propósito da explanação transcendental e se a religião satisfaz tal propósito
7. A questão da existência de Deus

Índice remissivo
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